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Salvia Divinorum

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O que é a salva?

A Salvia divinorum é uma planta com poucas folhas, nativa do sul do México, que contém uma poderosa substância química psicoactiva conhecida como salvinorina. Este tipo de salva é usado tradicionalmente no México, para curas e divinações, e tornou-se disponível no mundo inteiro através da contracultura psicadélica que começou nos anos 90. Existem muitas espécies e variedades do género salva, e as plantas mais comuns, encontradas nas floristas ou lojas de jardinagem, não são de certeza Salvia divinorum, a não ser que estejam especificamente etiquetadas como tal.
Os fortes efeitos podem ser difíceis de obter ao fumar as folhas secas, mas os extractos e as folhas processadas podem causar estados mentais enteógenos, e por vezes completamente reveladores.

História

A Salvia divinorum é uma planta psicoactiva da família Labiatae (a mesma família das mentas). Até agora sabe-se que é originária apenas da região mazateca da cadeia montanhosa Sierra Madre, em Oaxaca, no México, também conhecida como Sierra Mazateca. Alguns “curanderos” e “curanderas” mazatecas (curas frequentemente referidos como xamãs) usam este tipo de salva como ajuda para professar em rituais de cura. O nome da espécie da planta, divinorum, diz-se significar “do vidente”, e refere-se ao seu uso tradicional na divinação medicinal (aprender a causa ou identificar uma doença através da adivinhação).

É interessante que Albert Hofmann, que junto com R. Gordon Wasson trouxe pela primeira vez, em 1962, um corte da planta mexicana para a Europa, tenha dito: "... Salvia divinorum... é o nome errado, mau latim; deveria ser, na verdade, Salvia divinatorum. Eles não conhecem bem o latim, estes botânicos. Não fiquei muito contente com o nome, pois Salvia divinorum significa “salva dos fantasmas”, enquanto Salvia divinatorum, o nome correcto, significa “salva dos sacerdotes”. (Grof & Hofmann 2001).

Todavia, a Salvia divinorum foi assim nomeada pelo botânico Carl Epling, que provavelmente sabia mais latim do que Albert Hofmann. O livro “Liber divinorum operum", de Hildegard de Bingen, traduz-se como “O Livro das Obras Divinas”. Embora houvesse pressa em publicar a identidade da planta, o debate sobre o nome é mais uma nota de rodapé trivial do que um problema substancial em relação ao nome botânico.

A Salvia divinorum foi primeiro documentada na literatura ocidental em 1939, por Jean Basset Johnston, ao estudar o uso dos cogumelos psilocibinos no México pelos Mazatecas. R. Gordon Wasson continuou a documentar o seu uso entre 1951 e 1962, e confirmou a sua psicoactividade em si próprio. O uso da Salvia divinorum data provavelmente da história inicial da América Central, mas existem até hoje escassos documentos. A salva permaneceu uma planta enteógena obscura até aos meados dos anos 90, quando Daniel Siebert e outros iniciaram a auto-experimentação e as folhas começaram a ser vendidas na internet.

Botânica

A Salvia divinorum é um tipo de salva. Em geral, a salva pertence ao género Salvia. Existem cerca de 900 espécies de salva diferentes, incluindo muitas salvas ornamentais para jardins, e a Salvia officinalis - a salva comum para cozinhar. A salva é um género da família das mentas (Labiatae). Salvia divinorum significa literalmente “a salva dos adivinhos”. A planta tem um característico aroma “tímido a menta”. É nativa de uma pequena área de Oaxaca, no México, e cresce em terras montanhosas onde habitam os índios Mazatecas.

Química

A salvinorina A e a salvinorina B são substâncias químicas naturalmente ocorrentes, e diferentes de qualquer outra substância psicoactiva comum.
Destas, apenas a salvinorina A é psicoactiva, e actua no sistema receptor k-opióide.

Efeitos

A Salvia divinorum produz efeitos únicos, difíceis de descrever com precisão ao compará-los com os de outras plantas ou drogas psicoativas. A principal substância química psicoactiva na Salvia divinorum é a salvinoria A, mas pode haver outras substâncias menores que afectem a sua acção. Os efeitos variam entre muito leves com doses baixas, a extremamente fortes com doses altas. O método de ingestão também influencia a potência e a duração dos efeitos. Enquanto os efeitos da salva são normalmente agrupados com os de outras substâncias psicoactivas da classe visionária, como os do DMT fumado, estes são tão radicalmente diferentes que muitas vezes tais comparações apenas podem causar mal-entendidos. Alguns efeitos relatados são:

Perda da coordenação física
Riso incontrolável
Alterações visuais ou visões
Experimentação de realidades múltiplas
Sensação contemplativa de paz
Sensação de profunda compreensão
Aparência de sonho do mundo
Sensação de total confusão ou loucura
Ver ou tornar-se parte de um túnel
Perda do sentido de consciência individual
Experimentação de geometria “não euclidiana”
Sensação de voar, flutuar, contorcer-se ou virar-se
Sensação de estar imerso num campo de energia
Sensação de estar ligado a um “todo” maior
Sensação de estar debaixo da terra ou debaixo de água
Parecer viajar para outros locais e/ou tempos
Tornar-se um objecto inanimado (uma parede, escadas, um sofá, etc.)
Ver padrões ou formas em forma de tubo, de cobra, ou de verme.

Daniel Siebert fez uma escala experimental para a avaliação dos efeitos da S-A-L-V-I-A.

Nível 1 - “S” de efeitos SUBTIS. A sensação de que “algo” está a acontecer, embora seja difícil de apontar o quê exactamente. Pode sentir-se relaxamento e um aumento da apreciação sensorial. Este nível subtil é útil para meditar, e pode facilitar o prazer sexual.

Nível 2 – “A” para percepção ALTERADA. As cores e texturas tornam-se mais pronunciadas. A apreciação musical pode aumentar. O espaço pode parecer mais ou menos profundo do que habitualmente. Mas, a este nível, não ocorrem visões. O pensamento torna-se menos lógico e mais brincalhão. Podem notar-se dificuldades na memória de curta duração.

Nível 3 – “L” para visões LIGEIRAS. Visões de olhos fechados (imagens claras com os olhos fechados: padrões factrais, geométricos e em forma de espirais, visões de objectos). As visões são normalmente bidimensionais. Se ocorrerem visões de olhos abertos, estas são geralmente vagas e rápidas. Neste nível podem ocorrer fenómenos semelhantes aos fenómenos hipnagógicos, que algumas pessoas experimentam ao adormecerem. As visões são apreciadas, mas não se confundem com a realidade.

Nível 4 – “V” para visões VÍVIDAS. Ocorrem realísticas visões tridimensionais. Por vezes podem ouvir-se vozes. De olhos abertos, o contacto com a realidade consensual não se perde completamente, mas de olhos fechados podes esquecer-te da realidade consensual, e entrar completamente num cenário de sonho. Podem ocorrer viagens xamanes a outras terras (estrangeiras ou imaginárias), encontros com outros seres, entidades ou espíritos, ou mesmo viagens no tempo. Podes também viver a vida de outra pessoa. Neste nível, entraste no mundo xamane. Ou, se preferires, estás na “dimensão do sonho”. De olhos fechados experimentas fantasias que se podem descrever como “sonhos com história”. Enquanto te mantiveres de olhos fechados, podes acreditar que tudo está mesmo a acontecer. Isto é diferente das visões que ocorrem no nível 3, as quais não se confundem com a realidade.

Nível 5 – “I” para existência IMATERIAL. Neste nível podes já não perceber que tens um corpo físico. A consciência mantém-se, e alguns processos de pensamento ainda são lúcidos, mas a pessoa envolve-se completamente na experiência interior, e perde todo o contacto com a realidade consensual. Podes perder a tua individualidade, experimentando fundir-te com um deus ou deuses, a mente, a consciência universal, ou estranhas fusões com objectos reais ou imaginados (por exemplo, com uma parede ou um móvel). Neste nível é impossível funcionar na realidade consensual, mas infelizmente algumas pessoas não permanecem quietas e vagueiam pelos sítios neste estado atordoado. Por este motivo, é essencial que alguém em estado sóbrio se assegure de que a pessoa que viaja a este nível profundo se mantém fora de perigo. Para quem experimenta este nível, o fenómeno pode ser aterrador ou extremamente agradável, mas para alguém que esteja de fora a observar, o indivíduo pode parecer confuso ou desorientado.

Nível 6 – “A” para efeitos AMNÉSICOS. Neste nível a pessoa perde a consciência, ou no mínimo não conseguirá lembrar-se do que lhe aconteceu. O indivíduo pode cair, quedar-se imóvel, ou andar aos encontrões às coisas. Pode ferir-se sem sentir dor. Ao acordar, o indivíduo não se lembrará do que fez ou disse durante a experiência. As pessoas não conseguem recordar nada deste estado de transe muito profundo. Este nível não é desejável, pois não te lembrarás da experiência.

Por isso, a duração dos efeitos depende do método de consumo e da quantidade consumida. Foi reportado que estes podem durar entre 15 minutos e 3 horas. Normalmente, os efeitos da salva fumada começam rapidamente, atingem o auge durante 5 a 20 minutos, e depois começam a diminuir. Os efeitos dos métodos oral e sublingual demoram mais tempo a começar e duram mais tempo. Embora haja um pequeno número de utilizadores que reporta efeitos que duram mais de 4 horas por ingestão oral (mascando), a maioria das pessoas diz que os efeitos diminuem dentro de 2 horas.

Uso medicinal

O uso tradicional da Salvia divinorum pelos Mazatecas, como relatado por Valdés et al., envolve o uso medicinal assim como o mais conhecido uso divinatório. Em 1983, Valdés et al. descreveu os seguintes usos medicinais:

- Ajuda a defecar e a urinar. Pára a diarreia (acredita-se que a planta aparenta regular as funções eliminatórias). - Dá-se aos doentes, idosos ou moribundos para os reanimar ou aliviar as suas doenças. As pessoas pálidas, brancas ou moribundas (com anemia) podem recuperar ao tomarem salva.
- Pode ser consumida para aliviar dores de cabeça e reumatismo (todavia, quando tomada nas doses altas que induzem visões, frequentemente dá dores de cabeça na manhã seguinte).
- Há uma doença semimágica conhecida como “panzon de borrego” (enjoo), ou barriga inchada, supostamente causada por uma praga rogada por uma bruxa ou feiticeiro. O diafragma incha devido a uma “pedra” lá colocada. Tomar salva causa a eliminação desta “pedra” e a barriga encolhe de volta ao tamanho normal. Os pesquisadores encontraram um velho xamã que lhes mostrou o seu diafragma enrugado, e lhes disse que se curou a si próprio da “doença” através do uso de “la maria”. Don Alejandro confirmou a “doença” e a “cura”.

É mais provável que a Salvia divinorum seja usada na psicoterapia alternativa, ou talvez a descoberta da sua afinidade com os receptores k-opióides incite outras áreas de uso medicinal, mas até esta data (Setembro de 2002), não há um uso médico aprovado por qualquer associação médica convencional.

Variedades

Para além das folhas secas, há extractos (estandardizados) feitos de salva. Um extracto estandardizado é preparado através da extracção do composto principal– neste caso a salvinorina A - da planta, o qual é depois purificado e depositado novamente nas folhas secas. Um extracto estandardizado contém salvinorina A cristalina pura, um composto raro que poucas pessoas alguma vez viram, e ainda menos pessoas alguma vez produziram. São necessários alguns conhecimentos de química para produzir salvinorina A pura, por isso um extracto estandardizado pode ser um pouco mais caro, mas vale bem o preço extra. Muito dos outros extractos de salva à venda no mercado são extractos crus. Os extractos crus são preparados embebendo folhas de salva em solventes tóxicos, para dissolver a salvinorina A e soltá-la das folhas. O problema é que muito mais do que a salvinorina A se solta das folhas, dissolvendo-se também muitos dos lípidos da planta no solvente, estes acabando no substracto e, consequentemente, nos teus pulmões.
Os extractos de salva estão geralmente disponíveis em concentrações de 5x ou 10x (embora se tenham assinalado outras concentrações). Isto significa que são 5 ou 10 vezes mais potentes do que as folhas secas. Para sentires quaisquer dos efeitos acima mencionados, uma só inalação com um extracto com alguma destas concentrações pode ser suficiente.

Uso

Muitas pessoas acham difícil atingirem os efeitos máximos fumando apenas as folhas secas. Quem consegue geralmente precisou de várias inalações profundas num cachimbo normal ou de água. De facto, diz-se que a melhor maneira de consumir salva é através de um cachimbo de água, pois queima-se uma grande quantidade de folhas ao mesmo tempo, e o fumo chega rapidamente à boca. Fumar um charro feito de folhas de salva é menos eficaz; são necessárias muitas folhas. É difícil calcular a quantidade exacta de folhas necessárias para obter os efeitos máximos, porque com muitas plantas psicoactivas a dose certa difere de pessoa para pessoa.
Podemos dizer que os extractos estandardizados dão os melhores resultados em comparação com as folhas frescas, as quais requerem enormes quantidades por dose e um modo de preparação mais difícil. Mas, quando se conseguem obter resultados com as folhas frescas, os efeitos são muito mais longos: 40 a 60 minutos em vez de 15 a 20. Para um cachimbo de água devem ser suficientes 250 a 500 mg de folhas secas, segundo o webiste Erowid. Um charro requer pelo menos 1 grama, mas não esperes – com este método – um efeito acima do normal.

Os extractos de salva estão geralmente disponíveis em concentrações de 5x, 6x ou 10 x. A quantidade de salva necessária desce dramaticamente quando mais concentrado for o extracto (10x é mais concentrado do que 5x). Uma só inalação com um destes extractos pode ser mais do que suficiente.

É importante, ao fumar as folhas de salva, manter o fumo na boca durante bastante tempo, para deixar as substâncias actuarem. Isto também é necessário ao mascar as folhas: masca-as durante bastante tempo, pois as substâncias provêm dos fluidos que entram no corpo através da boca e da língua.

Avisos

Desconhece-se que a Salvia divinorum cause dependência física ou psicológica. Assim como com todas as substâncias, algumas pessoas podem usá-la com uma frequência maior do que a confortável para elas. Parece não haver tolerância à salvinoria A, por isso uma experiência pode ser prolongada ou intensificada ao fumar-se mais.

- Nunca uses a Salvia divinorum se houver armas ou outros objectos perigosos ao teu alcance.
- Nunca conduzas quando tomares Salvia divinorum.
- Escolhe cuidadosamente o momento e o local para experimentares a tua trip de salva. Privacidade e segurança são essenciais. Tem muito cuidado com sítios altos, e chamas abertas, tais como as de velas. Não atendas chamadas telefónicas.
- Considera bem a quantidade de salva que vais tomar, e como vais tomá-la.
- Após toda a salva estar apagada, deita-te na cama, num sofá ou na alcatifa. Estarás muito mais seguro deitado, senão poderás andar pelos sítios aos encontrões. Fica sossegado durante toda a trip de salva. A trip é melhor de olhos fechados.
- Pede a alguém em estado sóbrio que se sente ao pé de ti (sobretudo se for a tua primeira experiência com Salvia divinorum, se tomares uma dose alta, se fumares o teu primeiro extracto, ou se usares um vaporizador).
- Oferece-te (em estado sóbrio) para assistires outras pessoas durante as suas trips de Salvia divinorum.
- Se tens problemas mentais não tomes salva.
- Pratica e aconselha o uso responsável da salva. Não a dês a menores, ou a pessoas instáveis ou violentas. Não a partilhes com estranhos. Sabe a quem a dás e porque a querem tomar.
- Nunca tomes Salvia divinorum no trabalho ou em locais públicos. Mantém o seu uso em privado. A salva não é uma droga para concertos, raves ou festas.
- Não mistures a Salvia divinorum com álcool. Evita misturar salva com outras drogas. Embora os utilizadores experientes de salva a possam experimentar com outras drogas, estas misturas não são para principiantes, e são sem dúvida mais arriscadas do que usar apenas a salva.
- Tem muito cuidado ao usares extractos vaporizados, folhas vaporizadas, ou folhas de Salvia divinorum de extractos realçados.
Estes requerem que alguém esteja presente para te assistir caso necessário. Mascar ou fumar as folhas simples é muito menos provável de causar comportamentos incontroláveis.
- Nunca uses salvinorina pura a não ser que tenhas uma balança que possa pesar microgramas, e informa-te de quanto exactamente podes tomar em segurança. Mesmo que tomes estas precauções, deves ter um assistente presente.

Contra-indicações

Assim como com muitas substâncias fumadas, alguns utilizadores de salva reportam irritação da garganta e dos pulmões após fumarem. Algumas pessoas também sentem dores de cabeça e ligeiro nervosismo após o uso da salva.

Cultivo

As plantas de salva propagam-se geralmente a partir de cortes enraizados, retirados de uma planta mãe. Isto deve-se a que a planta da salva raramente produz sementes viáveis, e quando o faz estas quase nunca crescem. Há muito poucas linhagens de Salvia divinorum à venda na internet, e geralmente representam uma das menos de 10 espécies genéticas únicas desta planta.

O cultivo da salva deve ser feito num ambiente altamente húmido, e frequentemente usam-se tendas estufa, assim como borrifadores, para manter a humidade. Dias longos, luz solar indirecta e temperaturas quentes também são preferidas pela salva mexicana.
Desde que mantida no ambiente certo, a Salvia divinorum continuará a crescer durante todo o ano. Todavia, se for cultivada ao ar livre, a planta provavelmente morrerá no outono ou no inverno. Por isso, muitos agricultores usam câmaras e tendas estufa para criarem o ambiente ideal para o crescimento da salva.

Para instruções de cultivo completas vê Salviacenter, A1b2c3 ou Rhodium
Podes encontrar um simples guia de cultivo para cultivar uma planta a partir de um corte na tua sala de estar em
Goatrance.de

Armazenamento

Se mantidos num local seco, os extractos estandardizados e as folhas normais de salva podem ser guardados indefinidamente. A salvinorina A é um composto muito estável, e não perderá a potência com o passar do tempo. Se pretendes guardar salva durante muito tempo, é melhor colocá-la dentro de um contentor de vidro e fora do alcance da luz solar.

Após cultivares a tua própria salva, podes secá-la de várias maneiras:
1 – Naturalmente - Espera até que as folhas morram ou vertam. Junta-as. Coloca-as num prato num quarto com pouca humidade. Vira-as frequentemente. Espera até que sequem, e depois guarda-as.
2 – Tabaco de salva – Colhe folhas frescas e grandes e encima-as como folhas de papel. Depois corta a pilha em tiras de meio centímetro. Encima as tiras dentro de um prato. Vira-as duas vezes por dia até que sequem, mas antes de ficarem estaladiças. Vantagem: Diz-se que o “tabaco” resultante dá um fumo mais suave do que as folhas completamente secas. Desvantagem: É possível que esta secagem parcial resulte em folhas mais fracas, que podem não se conservar durante tanto tempo como as folhas completamente secas (estaladiças).
3 - Desidratador de comida – Normalmente à venda nas lojas de pequenos electrodomésticos. A secagem é muito rápida e completa. Seca até que as folhas e os caules fiquem estaladiços. Toca nas folhas com os dedos para verificares se estão completamente secas. Se estiverem, os caules devem quebrar-se se lhes aplicares pressão. Vantagens: rapidez, secagem completa, conveniência.
4 - Forno – Coloca numa bandeja que possa ir ao forno. Não aqueças o forno mais do que 93 graus Celsius. Vantagem: rapidez, secagem completa, conveniência.

Ligações / Mais informação

Sagewisdom (as imagens nesta página)
The vaults of Erowid on Salvia
Ethnopharmacology of Ska María Pastora
Daniel Siebert's S-A-L-V-I-A experiental rating scale
Lycaeum on Salvia
Botanic arts standardized extract FAQ
Salviacenter
Botanical information on the Salvia plant
The latest research results on the chemistry of salvia

Referências

Este artigo baseia-se nas seguintes páginas:

Erowids Salvia Vault
Erowids Salvia FAQ
Salviacenter
Sagewisdom Users Guide
Ethnopharmacology of Ska María Pastora
Botanic Art on Salvia

Comentários

iluminati - 2007-06-30 01:21:19

salvia divinatorum...............what the f...k just happened, lasted about 3-4 minutes..........out of body experience, too much imagry too explain too much info.......loss of identity.ego.. connection to universal subconscience.... parallel word. moleculare..return form trip saw self profile zapping in front of me before I returned back into my body. almost like a cartoon, similar to concept behind the film with keeano reeves. cant remember name, but like that.at the final phase fear of not being able to get back out of the chaos but when you regain you place back on earth you have the greatest of sensations you have ever felt, of well being of having aquired somthing, mild vry mild headache, and the feeling of having met creation face to face. very unbelivable,had done LSD 25 about 27 years ago total diffrent. feelings of some kind of conspiracy too fantastic too believe....unprepared for what happened will try again with meditation before. Definetly not a recreational thing..very serious...better have your shit together..up there...better be a nice person....or WARNING IF YOUR BAD ITS BAD BAD BAD< enjoy and learn....wow...ps smoked a cocentrate of 20x a pinch about the size of an asprin. in a hash pipe.

salvia fan - 2008-02-12 09:10:06

Salvia divinorum sounds like a very strong drug.

jb - 2008-03-19 19:00:23

I acquired about 5 oz. of it after a friend of mine took a hallucinagenic tour of southern Mexico about 5 years ago (wouldnt that be awesome??!!) and smoked it out of a water pipe with friends and introduced alot of other people to it. My experiance was very mild, like a very slow and heavy LSD or Psilocybin experiance. I felt like I was weighted down with lead. Some of the others experianced very intense out of body experiances. One friend during his peak was trying to explain to me that he had left his body, while I was looking at him in his body and form, it was very apparent that he had transcended his body and seeing himself as a formless being. Another friend went into a very deep trance for less than 30 seconds. When he came out of it he had been on a trip that seemed to last an eternity. Others described light shining from our laughter, another friend kept asking if "we were all in the circle with him," I saw it as his third eye opening and the beginning stages of awareness of cosmic consciousness. I was never dissapointed with my experiances, but its hard to listen to your friends tell you about their amazing trips. I had many beauftiul life changing experiances with psychodelics, but would like to revisit Salvia for the therapeutic and curative qualities. Well, that and I think Im too old (by old I mean tied down and comfortable with my current reality)to do LSD again!!

average joe - 2008-04-04 02:39:30

I couldent believe the potency of this drug. within seconds i felt all the emotions from my entir life. Feeling from when i was a child , adolesence, and future. Totally unconnected from reality. overwhelemed with astounding bizzare visuals. and before i knew it the experience was over, and i was glad. I returened to life as i knew it before, but with a new sence of being. although i did enjoy this experience tremendously i will not revisit salvia divinitorium for a while, maybe a week or two.

TTTA - 2009-09-02 01:10:39

hey i tried this stuff its realy cool i felt reard and i saw some objects in kube or piramid and bals coming in to me but when they came to close i scared them away :P some peoplez should try this stuff!! is Awesome!

TTTA - 2009-09-02 01:11:49

ohw and TTTA stands for:
T - Try
T - To
T - Taste
A - All

margot - 2010-03-23 05:17:47

it is really helping with my IBS... it feels like the knots in my intestines are untangling more and more with each use

whynotthesmoke - 2010-05-05 17:57:11

Very nice high. I was very skeptical about it, having purchased some "pot substitute" herbs online and been disappointed, at least at the time. After a couple or three well-inhaled hits, it is like a marijuana high without the space-time hallucinations, which is surprising and different, e.g., enjoyment associated with mundane tasks. There are also "nature"-based overtones to the high, which might go along with reading that this strain is Mexican, etc. Increased energy associated with first-phases of marijuana high also present. While I did not get the intense, LSD-like effects -- or out-of-body effects, etc. -- I have not consumed very much at all. Still, I want to stress that this is NOT a no-effect experience, and I think that people who like the marijuana effect will be pleased with it.

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